LI NA GAZETA DE JOINVILLE na Internet, de quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008, o título:
'TARSO DIZ QUE NINGUÉM ESTÁ ACIMA DA LEI E QUE BRASIL NÃO ESTÁ ACOSTUMADO A VER FIGURÕES PRESOS".
Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho!
Isso é tão comovente que meu departamento de comunicações muito relativas e assaz-um-tanto-quânticas recebeu uma transmissão de um tal de Astral (nunca entendo direito, sempre tem muita estatística), que dizia que era velho e que já tinha inspirado o hino de Rio Grande, querendo me passar uma valsa. Só me deu o nome, porque disse que tinha um cara querendo mostrar um réquiem. Parece que era para uma "gang". Não entendi.
Também não peguei direito o nome da valsa.
Parece que é Delúbio Azul.
Friday, December 5, 2008
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ESTATÍSTICA" em lugar de "estática" é do José Vasconcellos.
ReplyDeleteDizem que o Hino da República Rio-Grandense (na grafia tradicional, que acho que é essa, e deve ser respeitada) é um plágio intencional de uma valsa do velho Strauss (o pai). O autor era legalista, inimigo dos Farroupilhas, e foi obrigado por eles a compor o hino, contra a vontade.
Acho que "Danúbio Azul" é do Johann filho, que é o mais conhecido. O pai é autor, entre outras peças, da famosa "Marcha Radetzky", que geralmente faz "dobradinha" com o "Danubio Azul", encerrando os concertos. Mas outro filho do velho, Josef, também tem coisas geniais, como "Sphären-Klänge" ("Música das Esferas"), que tem uma gravação "espacial" da Filarmônica de Viena, com o Riccardo Muti. (Como estão na moda as interpretações "autênticas", "de época", o correto seria "celestial".)
ReplyDeleteTalvez a orquestra dos Strauss fosse menor, mas é claro que o som da Filarmônica é perfeito.
ReplyDeleteO curioso é que o começo da "Música das Esferas" é de dar inveja a Wagner, mas - não fosse Viena, e não fosse Strauss - termina numa valsa.
ReplyDeleteNão estamos sós.
(Eu me refiro à frase "No Brasil as coisas começam como sinfonia de Beethoven e terminam como "Tico-Tico no Fubá" ".)
ReplyDeleteA Filarmônica de Viena é uma orquestra gigantesca que consegue fazer menos barulho que a do André Rieu (que eu acho ótima, também). (Barulho, aqui, é uma licença humorística: quero dizer apenas volume, que, no caso da do André Rieu, bem menor, é, ao contrário, uma qualidade.)
ReplyDeleteO que eu quero dizer é que a Filarmônica de Viena é uma orquestra fantástica, que "encolhe" e "espicha" o som como quer. O Riccardo Muti entendeu isso e, às vezes, ficava apenas ouvindo o "pianissimo", para não parecer que estava querendo exagerar. (Comprei o DVD para ver com minha Mãe, que está com Alzheimer, e o maior prazer dela é ver a Filarmônica de Viena e o André Rieu.)
ReplyDeleteA própria GAZETA DE JOINVILLE diz que a matéria é da FOLHA ONLINE. De fato, eu tinha visto a chamada no UOL, mas a página não abriu.
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